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PNLD 2020

Conheça nossas obras aprovadas

Conhecer é saber lidar com diferentes informações, relacionando-as em prol de uma reflexão sobre o mundo em que vivemos. O conhecimento é vivo, é atual e contribui para que se possa realizar ações no mundo, renovando-o a partir do interesse e da curiosidade. Esse é um dos mais importantes papeis da escola – por isso a equipe da Peirópolis se mobiliza para reunir todo o conteúdo digital que possa apoiar o trabalho do professo.

Terra de cabinha

Pequeno inventário da vida de meninos e meninas do sertão

Ficha técnica

  • Autor: Gabriela Romeu
  • Ilustrador: Sandra Jávera

Código Volume

0072L20604

Sinopse

Cabra da peste, cabrinha, cabinha. Assim é conhecida a criança que vive no Cariri, um sertão verde, quase um oásis, em meio ao semiárido brasileiro, que cobre quatro Estados do nordeste: Ceará, Pernambuco, Piauí e Paraíba. Terra das pinturas rupestres, do Padre Cícero, do poeta Patativa de Assaré, lugar em que menino vira rei, caça jumento e foge de encantados, o Cariri se destaca, na extensa pesquisa sobre a infância conduzida por Gabriela Romeu em todo o Brasil, como um delicado relicário: um lugar em que o brincar traz muitos outros sentidos que podem passar desapercebidos para muita criança e gente grande da cidade. Este livro traz histórias, causos, brincadeiras, receitas, versos e adivinhas. Aqui você ouve a voz do cabinha, dos mestres e contadores de histórias, e também da pesquisadora visitante, que registrou num caderninho as coisas mais interessantes a respeito de como vivem aqueles meninos e meninas para quem o mundo é feito de castelos, árvore é brinquedo e assombração existe, sim, senhor.Como lembra a autora, trata-se de um livro para se ler de dia, reler de noite – ou vice-versa – e recontar pra quem quiser.

ESTA PÁGINA REÚNE O MATERIAL COMPLEMENTAR À INSCRIÇÃO DO LIVRO Terra de Cabinha NO EDITAL DO PNLD LITERÁRIO 2020.

Tema >> O mundo natural e social; encontros com a diferença; aventura, mistério e fantasia
Gênero literário >> Memória, diário, biografia e relatos de experiência
Fotos: SAMUEL MACEDO

Material audiovisual

Manual do professor

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Sobre os autores

Gabriela Romeu

Gabriela Romeu é paulistana, mãe de duas filhas. Jornalista e documentarista, especializou-se em produção cultural para a infância e na própria cultura da infância. Editora da Folhinha por quinze anos, coordenou o projeto Mapa do Brincar, que identificou os principais mestres do brincar em todo o Brasil e recebeu o Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo. Participou da realização do filme Disque Quilombola, vencedor de prêmios no Fici (Festival Internacional de Cinema Infantil) e na Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, entre outros festivais. Participou da curadoria da exposição Trilhas do Brincar. É membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), jurada do Prêmio Femsa de Teatro Infantil e Juvenil e colaboradora da revista eletrônica Emilia. Desde 2012, quando criou, com a jornalista Marlene Peret e o fotógrafo Samuel Macedo, o Projeto Infâncias, percorre os quintais e trilhas do interior do País procurando ouvir e documentar o que as crianças têm a ensinar. E isso não é tudo! Ela assiste a mais de cem peças teatrais por ano, como crítica de teatro infantil do Guia da Folha.

Sandra Jávera

Sandra é paulistana, e atualmente mora em Nova York, de onde trabalha como ilustradora e designer gráfica. Formou-se em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo FAU-USP e completou sua formação em artes visuais em São Paulo, nas instituições Tomie Ohtake e MAC-USP, e em Nova York, na Parsons e SVA. Publicou seus trabalhos na revista Bravo!, Folha de S.Paulo (Folhinha), entre outros. Ilustrou dois livros para crianças: Chakchuca Desapareceu, 2011, e O Menino que Sabia Colecionar, 2012. Em 2012, foi selecionada para participar de uma exposição sobre jovens artistas brasileiros no Instituto Tomie Ohtake.

Samuel Macedo

O fotógrafo Samuel Macedo é um cabinha de verdade. Ele nasceu no Crato, Cariri Cearense, cresceu em Nova Olinda, ao lado da Chapada do Araripe, e hoje viaja o País inteiro fotografando a infância de meninos e meninas de todo o Brasil. Da oficina do avô saiu a primeira câmera escura com que descobriu ser possível fotografar o mundo e a infância. A vontade de fotografar e filmar foi crescendo junto com ele, até que, na Fundação Casa Grande, com um grupo de cabinhas, criou a TV Casa Grande, onde se formou fotógrafo e embarcou, com Gabriela Romeu, nas viagens do Projeto Infâncias.

I-Juca Pirama em quadrinhos

Ficha técnica

  • Autor: Gonçalves Dias
  • Ilustrador: Silvino

Código Volume

0068L20606

Sinopse

Versão para os quadrinhos de um dos mais famosos poemas indianistas do romantismo brasileiro: I-Juca Pirama, de Gonçalves Dias. Publicado em 1851, o poema apresenta em 10 cantos, a história do grande guerreiro tupi I-Juca Pirama e o drama de sua captura pela tribo dos índios timbiras. I-Juca Pirama - cujo nome significa, em tupi, “aquele que há de ser morto” -, ao cumprir a exigência de entoar seu canto de morte antes de ser sacrificado e devorado pelos inimigos, pede que o deixem viver para cuidar do pai doente. Seu pedido é interpretado como covardia e ele é solto, e a partir daí a história se desenrola até que ele possa provar sua coragem e recuperar a sua honra. Laerte Silvino esmerou-se na escolha de cores, texturas e atmosferas para compor suas imagens, e contou com a contribuição de Maurício Soares Filho na elaboração do roteiro, que certamente aproximará as novas gerações dessa história romântica que expressa um rígido código de ética de um povo. Texto integral.

ESTA PÁGINA REÚNE O MATERIAL COMPLEMENTAR À INSCRIÇÃO DO LIVRO I-Juca Pirama em quadrinhos NO EDITAL DO PNLD LITERÁRIO 2020.

Tema >> Sociedade, política e cidadania; diálogos com a história e a filosofia
Gênero literário >> Livros de imagens e livros de histórias em quadrinhos

Material audiovisual

MANUAL DO PROFESSOR

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Sobre os autores

Gonçalves Dias

Antônio Gonçalves Dias (1823-1864) nasceu no Maranhão, filho de um comerciante português e de uma mestiça. Teve pouca convivência com sua mãe biológica, pois seu pai abandonou-a e levou-o consigo. Com a morte do pai, ele contou com sua madrasta para ajudá-lo a realizar o projeto de estudar em Coimbra. Em Portugal, precisou contar ainda com a ajuda de colegas para conseguir concluir o curso de Direito. Nessa mesma época tomou contato com a primeira geração do romantismo português, que mais tarde influenciaria seus poemas. De volta ao Brasil, radicou-se no Rio de Janeiro, onde lecionou latim, história e participou da fundação da revista Guanabara. Nomeado oficial da Secretaria dos Negócios Estrangeiros, voltou para a Europa em missões de estudos e pesquisas. Em seguida desenvolveu a mesma atividade no Brasil, como chefe da Comissão Científica de Exploração que viajou pelos rios Madeira e Negro. Dessas viagens nasceu o Dicionário da Língua Tupi, que atesta o seu conhecimento e envolvimento com a cultura indígena. Da produção poética, seus Primeiros Cantos (1847) receberam resenha elogiosa de Alexandre Herculano. I-Juca Pirama faz parte dos Últimos Cantos, publicados em 1850. Sua obra chegou a ser editada na Alemanha, inclusive o dicionário tupi. Seu poema mais popular – Canção do exílio – foi escrito numa viagem à Coimbra em 1862. Gonçalves Dias morreu dois anos depois, aos 41 anos de idade, em um naufrágio próximo à costa maranhense.

Silvino

Laerte Silvino – Silvino, como assina seus trabalhos – nasceu em Recife (PE), cursou geografia e, após viajar por várias áreas exóticas do país, resolveu se dedicar à ilustração e aos quadrinhos, trocando assim a liberdade das paisagens pelas quatro paredes de seu estúdio. Desde esse dia ilustrou para alguns jornais em Pernambuco e, atualmente, para alguns jornais do Nordeste; também ilustra e faz quadrinhos com frequência para revistas de circulação nacional e livros infantis, juvenis e didáticos. Seus trabalhos podem ser conhecidos no site www.laertesilvino.com.br .

Simbad, o marujo

Ficha técnica

  • Autor: Alaíde Lisboa
  • Ilustrador: Ângelo Abu

Código Volume

0674L20605

Sinopse

Neste livro, Alaíde Lisboa debruça-se sobre as aventuras de Simbad, o Marujo, história originária do Oriente Médio. Como os contos reunidos em As mil e uma noites, as aventuras do marinheiro de Bagdá que viaja pelos mares da África e da Ásia chegaram ao Ocidente pelas mãos do francês Antoine Galland, que as traduziu no final do século XVII. Simbad passa por inúmeras aventuras fantásticas, que incluem encontros com povos estranhos, seres monstruosos e fenômenos sobrenaturais. Alaíde reconta as sete viagens de Simbad, em narrativa entrelaçada por belas ilustrações de Angelo Abu.

ESTA PÁGINA REÚNE O MATERIAL COMPLEMENTAR À INSCRIÇÃO DO LIVRO Simbab, o marujo NO EDITAL DO PNLD LITERÁRIO 2020

Tema >> encontros com a diferença; diálogos com a história e a filosofia; ficção científica, mistério e fantasia
Gênero literário >> Obras clássicas da literatura universal

Material audiovisual

Manual do professor

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Sobre os autores

Alaíde Lisboa

Alaíde Lisboa de Oliveira nasceu em 22 de abril de 1904, em Lambari (MG), e faleceu em Belo Horizonte, em 2007. Viveu a maior parte da sua longa vida na capital mineira, onde atuou em diversas frentes: exerceu carreira política, acadêmica e artística. Como escritora, publicou cerca de 30 livros, entre ensaios da área de Educação, didáticos e literários. Entre seus títulos mais conhecidos, encontram-se A Bonequinha Preta, que se tornou um clássico da literatura infantil brasileira, com mais de um milhão de exemplares vendidos. Alaíde Lisboa foi membro da Academia Municipalista de Letras de Minas Gerais, da Academia Feminina Mineira de Letras e da Academia Mineira de Letras. Além disso, foi a primeira vereadora de Belo Horizonte, entre 1949 e 1952. Para conhecer mais sobre a autora e sua obra, navegue pelo site: www.fae.ufmg.br/alaidelisboa.

Angelo Abu

Angelo Abu nasceu em Belo Horizonte, em 1974. Ilustrou seu primeiro livro em 1995, como resultado de uma oficina no Festival de Inverno de Ouro Preto. Desde então, vem trabalhando para diversas editoras. Em 2000 formou-se em cinema de animação pela Escola de Belas Artes da UFMG. Em 2010 ficou em primeiro lugar na categoria caricatura no concurso de ilustração do jornal Folha de S. Paulo, para o qual posteriormente veio a colaborar algumas vezes. Ilustrou mais de 80 livros, dentre eles, Um Dia, um Pássaro, de Sônia Junqueira, Simbad, adaptado das Mil e uma noites por Alaíde Lisboa, e Macunaíma em quadrinhos, de Mário de Andrade, ilustrado em parceria com Dan X, todos pela Peirópolis.