Guia Destaques 2023 da Revista Emília tem 5 títulos da Peirópolis

Publicado em: 06/12/2024 Categorias: BlogLivros que transformamSala de Imprensa

Chegou o Guia Destaques 2023 da Revista Emília! Dentre as obras selecionadas figuram 5 títulos da Peirópolis.

[trx_button type=”square” style=”border” size=”small” color=”orange” link=”https://emilia.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Guia-Emilia-2023-5.pdf” popup=”no” top=”inherit” bottom=”inherit” left=”inherit” right=”inherit”]Conheça todos os selecionados[/trx_button]

Categoria Arrebatadores

A senhora da casa azul (Everson Bertucci e Juão Vaz)

“Vencedor do prêmio Selo Cátedra Unesco de Leitura PUC-Rio, na categoria Seleção, este livro é um encontro de gerações marcado pela força do afeto e por diálogos que abrem espaços para importantes reflexões sobre a dominação dos homens com relação às mulheres. […] As belíssimas ilustrações do Juão Vaz, predominantemente azuis, são como uma metáfora para refletir a postura autoritária do bisavô e constroem uma narrativa visual com múltiplas referências simbólicas que ampliam as possibilidades de leitura e construção de sentido: O que está por trás da troca dos reflexos da bisa e de Nico diante do espelho? E das grandes mãos do biso no jogo de tabuleiro? E as janelas com grades refletindo a luz que vem de fora? […]” [Bárbara Passos]

Nico adora visitar o sítio do biso e da bisa. Por ali, há um pouco de tudo: galinha caipira, galinha d’angola, pato, pavão, papagaios, araras, a casa azul dos bisavós e uma casa na árvore que está sendo feita especialmente para o bisneto. Quando chega o momento de escolher a cor da nova morada, Nico provoca uma tremenda revolução na vida da bisa Georgina.

Uma história que nos leva a refletir sobre os caminhos da vida, sobre o peso de nossas escolhas e a necessidade da transformação.

Este livro foi viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura de Balneário Camboriú.

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Se eu fosse um fungo (Gaia Stella)

“Escrito e ilustrado pela premiada autora Gaia Stella, este é um livro que cria ponte, traz o conhecimento para perto, provoca perguntas e se torna uma ótima ferramenta de divulgação e popularização da ciência.
Um título arrebatador e criativo que contribui para uma maior aproximação dos leitores em relação ao intrigante mundo dos fungos e suas possibilidades de descobertas.” [Bárbara Passos]

Enquanto está com seus amigos, numa divertida comemoração, João se envolve em um faz de conta muito diferente: ele se imagina um fungo! Já pensou como seria? Nesta brincadeira, aprendemos muitas coisas sobre esses organismos: seus variados formatos, onde vivem, como se alimentam e até como contribuem para que possamos viver em um mundo menos poluído! Com o João, também aprendemos que, onde quer que estejamos, os fungos estão por perto.

Em uma afinada parceria entre fantasia e informação, “Se eu fosse um fungo” faz múltiplos convites ao leitor: divertir-se com João, descobrir muitas coisas sobre os fungos, buscar informações nos textos e nas ilustrações e, claro, querer saber sempre mais!

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Categoria Imperdíveis

Noite de brinquedo (Antonia Mattos, Gabriela Romeu e Luci Sacoleira)

“Noite de brinquedo mergulha na tradição do reisado do Cariri, onde a protagonista, Maria Sete Estrelas, deve passar sua coroa para outra menina, simbolizando o fim da infância e a celebração dessa rica tradição. A narrativa é tecida com uma linguagem poética e tipicamente brasileira, evocando o estilo da contação de histórias orais. Para leitores que não estão familiarizados com esse universo, como foi o meu caso, o livro apresenta uma série de termos novos e surpreendentes, intensificando o desejo de conhecer mais sobre as histórias do sertão.” [Clara Moraes]

Quanto tempo dura um reinado? E a infância?

Este livro nos apresenta a jornada de Maria, uma menina rainha que cresceu brincando reisado, folguedo popular que é uma mistura de teatro, brincadeira e festejo. Até que um dia, assim como manda a tradição desse brinquedo popular, ela precisa passar a coroa para uma menina mais nova. Não bastasse o desafio de viver esse rito de passagem e crescer, coisas estranhas acontecem no terreiro de Yayá, a avó de Maria, e ela é convocada a atravessar o sertão numa noite escura sem fim. No percurso, encontra personagens lendários e encantados como os Mateus, os palhaços do reisado, uma vaqueira mestra do aboio, as Caboclinhas da mata encantada, o pássaro Jaraguá e seu padrinho ferreiro Nego Zé.
Permeada dos saberes da cultura brasileira, a narrativa tem estrutura de conto acumulativo, em que os mistérios vão se desvendando aos poucos, e novas companhias vão surgindo a cada curva da caminhada, como que para não nos deixar esquecer do dom de sonhar junto, e da perseverança e do entusiasmo necessários para trilhar o caminho.

O texto tem também sua versão em dramaturgia, e foi escrito por Gabriela Romeu, que produziu o documentário Meninos e reis, e acompanha, em extensa pesquisa, o olhar da criança e sua participação no mundo, e pela dramaturga e compositora Antonia Mattos, diretora do grupo teatral Clã do Jabuti e idealizadora desse projeto. As ilustrações são da cearense Luci Sacoleira.

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 Seu Joaci e o tempo (Miriam Fátima Esposito)

“Neste livro, o leitor encontrará, agora escrito em versos pela professora, o fruto dessa pesquisa, que compartilha importantes saberes transmitidos oralmente, de geração em geração. As ilustrações promovem uma imersão nesses conhecimentos e nos impulsionam a olhar os céus em busca de diferentes formatos e tipos de nuvens para aprender mais.” [Bárbara Passos]

Para chegar à escola na Praia do Baré, na zona costeira, em Paraty, Rio de Janeiro, as crianças e a professora tomam diariamente um barquinho conduzido por Seu Joaci. Ele as leva para a mesma comunidade escolar onde estudou quando pequeno. Até chegar à atual localização o prédio escolar passou por outros locais, como a Ilha do Algodão, onde o marinheiro caiçara nasceu. No início, a professora notou que Seu Joaci, quase sempre calado, olhava atentamente para o céu e parecia conversar com ele. E não é que conversava mesmo? Era assim que ele conseguia prever o tempo. E a professora logo pensou em meios de levar o saber daquele mestre para a classe de meninos e meninas de diferentes idades.

Da curiosidade sobre o olhar de Seu Joaci, nasceu uma pesquisa sobre o modo tradicional de se prever o tempo, e, dessa pesquisa, nasceu uma cartilha e, em seguida, este livro. Ao entrevistar seu Joaci, o mestre caiçara, as crianças daquela comunidade aprenderam sobre os saberes e a cultura de seu território, valorizando-os como fonte de conhecimento e transformando-os em poesia, buscando, com isso, encantar e divulgar tais saberes para mais gente.

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Categoria Recomendáveis

ABCDarqueologia (Celina Bodenmüller, Luiz Eduardo Anelli e Graziella Mattar)

“Não se enganem com este abecedário: ele não tem nada de previsível e aposta que nem só de dinossauros vive o interesse das crianças pelo passado do nosso planeta. Neste livro informativo, que começa em territórios conhecidos, como a ordem alfabética e as cantigas populares brasileiras, descobrimos o que é bloco-testemunho, os mistérios da jurema e do Kuarup, quem foram Luzia e Niède e quais vestígios deixaram os humanos da pré-história – dos físico-químicos aos simbólicos. ” [Carolina Fedatto]

Um pequeno tesouro está escondido neste abecedário poético-científico. Para encontrá-lo, o leitor é convidado a escavar centímetro por centímetro do livro, conhecendo o trabalho dos arqueólogos e o nosso passado pré-histórico, em 26 pílulas poéticas acompanhadas por textos informativos.

Cheios de graça, os dois gêneros textuais despertam a curiosidade científica, exploram o universo da Arqueologia, e os conhecimentos gerados pela prática de escavar a terra para conhecer o passado por meio de vestígios deixados por nossos antecessores.

Segundo o arqueólogo Astolfo Araújo, “o texto que informa se conecta ao texto que encanta de maneira sutil, e pérolas de conhecimento científico são apresentadas de forma genuína e despretensiosa”.

E se olhar o passado também pode nos fazer refletir sobre nossas vidas, você já pensou nos vestígios que nossa sociedade contemporânea vai deixar para os futuros arqueólogos?

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